Há momentos simples na vida que valem muito, seja pela emoção que proporcionam ou por sua simplicidade. Uma simples consulta à podóloga poderia ter passado tranquilamente se não fossem as gargalhadas que dei ao lado da profissional, de minha irmã (que me acompanhava) e da manicure (que também trabalhava naquele momento).
Foram tantas histórias recheadas de humor. A primeira delas foi contada por minha irmã ao relatar o que uma amiga passou ao ‘tentar’ fazer as unhas.
Acostumada a frequentar um salão de cabeleireiro próximo ao local de trabalho, em uma semana de muito trabalho, ela teve de se render às mãos de uma manicure próximo a sua residência, serviço oferecido dentro de uma perfumaria.
Conversa vai, conversa vem – como normalmente ocorre em salões de beleza – a surpresa começa.
- Sabia que fui presa?, questiona a manicure.
- É? Responde a cliente. Feliz ao imaginar que aquela poderia ser uma ótima oportunidade de trabalho a uma ex-detenta.
E sem querer saber mais detalhes, tentou mudar o assunto.
Em vão.
- Matei minha irmã, explicou.
Naquele momento a cliente não sabia se fugia, se ignorava ou se permanecia ali, estática.
O monólogo seguiu, porque ela preferiu a terceira opção.
- Minha irmã sempre pegou minhas roupas. E eu sempre tive muita raiva por isso. Uma vez queria usar uma blusa nova. E adivinhe? Ela já tinha usado e colocado de volta, suja em minha gaveta. Saí correndo pela casa, atrás dela. Bati muito e gritei para toda vizinhança ouvir: ‘Mãe, matei minha irmã!’.
Sufocada, a cliente desejou nunca ter entrado naquela perfumaria-salão. Desejou não ter ouvido aquela história. Desejou que fosse mentira. E continuou desejando coisas positivas...até ouvir:
- Olha, moça, não vou passar óleo secante. Se quiser, vai ali, naquela pia, lava a mão e pode ir.
E sem pestanejar, ela fez exatamente o que tinha ouvido.
Existem imagens que os ouvidos não captam. Há sons que os olhos não conseguem ‘ver’. Pensando nisso, decidi criar este blog, escrever por puro prazer, para registrar minhas sensações e impressões; o que sinto com o que meus olhos vêem e com o que meus ouvidos captam. Espero que gostem!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Orgulho de gente grande
Na noite de 23 de novembro fiquei emocionada ao acompanhar meu pai na premiação do 12º Talentos da Maturidade. Foi a primeira vez que meu pai participou. É lógico que nosso desejo era ter seu trabalho entre os melhores.
Mas ele já é um vencedor. Primeiramente por estar no início dos seus 60 anos e totalmente ativo, produtivo, pensante, criativo. Seus textos são maravilhosos. Lembro-me das inúmeras vezes que me encantei ao ler e reler suas criações.
E mais, ele é um cara antenado, tem o seu blog (http://em.rod10.blog.uol.com.br/), já participou de outros concursos culturais. Para ele não tem tempo ruim.
Ele é fonte de inspiração para mim e para a família.
Pai, continue por esse caminho de sucesso. E estarei lá, ao seu lado da 13ª edição do prêmio, com ou sem show do Jairzinho.
Mas ele já é um vencedor. Primeiramente por estar no início dos seus 60 anos e totalmente ativo, produtivo, pensante, criativo. Seus textos são maravilhosos. Lembro-me das inúmeras vezes que me encantei ao ler e reler suas criações.
E mais, ele é um cara antenado, tem o seu blog (http://em.rod10.blog.uol.com.br/), já participou de outros concursos culturais. Para ele não tem tempo ruim.
Ele é fonte de inspiração para mim e para a família.
Pai, continue por esse caminho de sucesso. E estarei lá, ao seu lado da 13ª edição do prêmio, com ou sem show do Jairzinho.
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